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Inteligência Interpessoal
Todo ser humano tem necessidade de sentir-se importante, querido, amado. Mais: sentir-se necessário, estimado, lembrado, esperado. Isto dá ao ser humano o senso da importância. Hoje se fala muito em Inteligência Interpessoal. Nascemos com esta facilidade de relacionar-se com empatia, ou o treino é que propicia isto? É possível expandir meu espaço profissional através da Inteligência Interpessoal?
Constatamos que adoramos conversar com certas pessoas, com outras pelo contrário, detestamos. Observando o que faz um interlocutor e outro, percebemos que aquela pessoa que nos dá atenção, que valoriza aquilo que para nós tem valor, que tem interesse sobre aquilo que fazemos e acreditamos, cria uma empatia. Porém, quando estamos com alguém que simplesmente desanda a falar daquilo que para ele é importante, interrompe nossas colocações, não leva em consideração nossas idéias - logo nos sentimos cansados da conversa e cria-se uma antipatia.
Inteligência Interpessoal, portanto é a capacidade de perceber o outro, decodificar o seu universo de idéias e interesses, valorizar sua história, dar importância às suas conquistas e projetos.
Todos aprendemos que o ser humano é racional e emocional. A Inteligência Interpessoal pede que invertemos a ordem - somos primeiro emocionais e em segundo lugar racionais. Aproximar-se do outro pelo canal emocional é estrategicamente muito mais assertivo do que iniciar a aproximação pelo confronto de idéias.
A preocupação em falar bem a um grupo de pessoas, quer em palestras, reuniões ou em discursos é acentuada e justificada. Assimila-se várias estratégias do bem expressar-se em público, porém descuida-se e até desleixa-se na comunicação em ambiente profissional, social e familiar. A verdadeira formação do orador deveria ser a do treino da conversação como preparo para a oratória e a retórica.
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