A paixão produtiva


Quem trabalha com o que gosta sente mais vontade de se desenvolver e de contribuir com a própria profissão.

Revista Você S/A - por Andrea Giardino

Nos últimos anos, muitas empresas passaram a se preocupar em medir o nível de engajamento de seus funcionários.  Profissionais envolvidos com o trabalho são, na teoria, mais produtivos e responsáveis. Quando uma pesquisa aponta patamares baixos de engajamento numa empresa, é sinal de que o ambiente de trabalho anda ruim e há risco de queda nos resultados. Os vários estudos feitos sobre o assunto mostram que a maioria dos profissionais não gosta do que faz. Uma pesquisa do instituto Gallup com 2 300 americanos apontou que 71% dos trabalhadores do país não estão engajados. Levantamento feito no Brasil pela consultoria Pactive em 2013 com mais de 1 000 pessoas mostra que 32% dos profissionais já pensaram em largar a ocupação atual. No ano passado, a consultoria Deloitte resolveu ir além da ideia de engajamento. Em vez de manter funcionários engajados, as empresas deveriam encontrar profissionais apaixonados pelo que fazem. Quem trabalha com paixão, segundo a consultoria, exibe três atitudes: tem um desejo de causar impacto no mercado em que atua, busca desafios para melhorar seu desempenho e luta para construir relacionamentos. Ao contrário do engajamento, a paixão vem de dentro, não adianta a empresa estimular.

 

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