Memórias capturadas


Revista Psique Ciência&Vida

O Instituto Nara de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Universidade de Kinki, no Japão, realizou um estudos em animais para observar como a memória é formada. Os cientistas inseriram em um rato uma câmera com as dimensões de três milímetros de largura e 2,4 mm de altura, que se utiliza de um semicondutor especial no interior do hipocampo do cérebro no animal. Toda vez que uma memória em formação é captada no cérebro, uma luz azul é projetada em uma tela externa. Essas capturas dão-se graças a um contraste, injetado pelos cientistas, que brilha toda vez que o cérebro entra em atividade. Agora, os pesquisadores japoneses pretendem utilizar o equipamento para observar a atividade cerebral enquanto o animal anda, e futuramente, eles esperam que a técnica possa ser utilizada em humanos para ajudar  na descoberta de tratamentos para diversas doenças ligadas à saúde mental, como por exemplo mal de Parkinson.

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