Relação entre a falta de vitamina D e o mal de Parkinson


Jornal Folha de São Paulo

Estudo da Universidade Emory, em Atlanta, publicado nos Archives of Neurology mostrou que 55% dos pacientes com doença de Parkinson têm déficit de vitamina D. O número é bem maior que o encontrado na população de idosos saudáveis (36%) e levanta suspeita sobre a associação deste nutriente e o distúrbio neurodegenerativo mais freqüente depois do Alzheimer.

Uma das hipóteses dos cientistas é que a falta da vitamina - produzida pelo próprio organismo - seja conseqüência da falta de mobilidade dos pacientes; já a exposição à luz solar é essencial para sua síntese. Outra possibilidade é que a carência do nutriente favoreça o desenvolvimento do Parkinson, pois a substância negra, parte cerebral mais danificada pelo distúrbio, expressa grande número de receptores para vitamina D.

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